Arquivo da categoria ‘Tecnologia’

Procurarei ser o mais breve possível, afinal tenho muito trabalho a fazer.

Qualquer erro, reportar a minha caixa de e-mail e queria pedir minhas desculpas pelo sumiço, as áreas de ciências exatas, iram ser preenchidas, em breve.

Agora vamos ao que interessa.

Como criar uma tabela com PHP

Geralmente as pessoas usam gerenciadores de tabelas como “phpMyAdmin” para criar suas tabelas, mas se de repente precisarem criar todas essas tabelas em outro lugar, ou simultaneamente, por que não facilitar?

Simplesmente podem criar a tabela e pegar aquele código gerado pelo phpMyAdmin e colocar dentro de um arquivo .php e executa-lo no seu servidor. deixe-me dar um exemplo.

<?
CREATE TABLE conteudo (
id int(5) NOT NULL auto_increment,
nome char(30) NOT NULL ,
email char(80) ,
data date NOT NULL,
hora time NOT NULL,
titulo char(100) NOT NULL,
subtitulo char(200),
mensagem text NOT NULL,
visualizar char(3) DEFAULT ‘nao’,
PRIMARY KEY (id),
UNIQUE id (id)
);
?>

 

<?

include(‘config.php’);

CREATE TABLE conteudo (

id int(5) NOT NULL auto_increment,

nome char(30) NOT NULL ,

email char(80) ,

data date NOT NULL,

hora time NOT NULL,

titulo char(100) NOT NULL,

subtitulo char(200),

mensagem text NOT NULL,

visualizar char(3) DEFAULT ‘nao’,

PRIMARY KEY (id),

UNIQUE id (id)

);

?>

salve o arquivo como: create_table_conteudo.php e execute do seu link www.meulink.com.br/create_table_counteudo.php e a sua tabela estará criada.

lembrando que o include(‘’); Chama um arquivo que é o config.php e nele deve conter as informações do servidor mysql, por exemplo:

<?

$host = “localhost”;

$user = “root”;

$senha = “”;

$dbname = “meu_site”;

$conexao = mysql_connect($host, $user, $senha) or die (“Não foi possível conectar-se com o banco de dados”);

$db = mysql_select_db($dbname) or die (“Não foi possível conectar-se com o banco de dados”);

?>

E salve o arquivo como config.php, o include chamará para dentro daquele arquivo create_table_conteudo.php;

 

Como fazer uma consulta no banco de dados e selecionar variaveis dessa consulta

Bem, aqui iremos aprender a fazer uma simples consulta num servidor MySQL, faça um arquivo com o nome de conteudo.php e estude esse código antes de adicionar lá.

<?
include(‘config.php’);

$sql = “SELECT * FROM conteudo WHERE visualizar = ‘sim’ ORDER BY id DESC”;  //Selecione da tabela conteudo quando visualizar for ‘sim’ e ordene por id decrescente

$resultado = mysql_query($sql) or die (“Não foi possível realizar a consulta ao banco de dados”);  //chame o resultado; interno

while ($linha=mysql_fetch_array($resultado)) {

//chame cada variavel como cada parte da tabela, nome, email e etc

$id = $linha[“id”];
$nome = $linha[“nome”];
$email = $linha[“email”];
$data = $linha[“data”];
$hora = $linha[“hora”];
$titulo = $linha[“titulo”];
$subtitulo = $linha[“subtitulo”];
$mensagem = $linha[“mensagem”];
$visualizar = $linha[“visualizar”];

 

//escreve o html, a parte visivel do código. apartir daqui é o que apareçe na página

echo “<center>”;
echo “Noticia $id”;
echo “<br>”;

echo “Autor: $nome – ($email)”;
echo “<br>”;
echo “Data: $novadata – Horário: $novahora”;
echo “<br>”;
echo “Título da Notícia: <b> $titulo </b>”;
echo “<br>”;
echo “Subtítulo da Notícia: <i> $subtitulo </i>”;
echo “<br>”;
echo “Notícia: $mensagem”;
echo “<br>”;
echo “<br>”;
echo “<hr>”;
echo “</center>”;

}
?>

continuarei em como inserir valores nessa mesma tabela.

 

Inserindo os valores que ali o arquivo lê

Primeiro, cria-se um arquivo html com um form em method=“post” e configurado para enviar para um arquivo com o nome inserir (action=“inserir”)

Vejamos esse código desse html:

<meta http-equiv=”Content-Type” content=”text/html; charset=utf-8″ />
<?

echo “<h1><b>Cadastro de novidades</b> // <i> created by: Stefan Yohansson </i></h1>”;
echo “<hr><br>”;
echo “<form action=\”../inserir.php\” method=’post’>”;
echo “Autor: &nbsp;&nbsp; <input name=’nome’ type=’text’ size=30> *<br>”;
echo “Email: &nbsp;&nbsp;&nbsp;<input name=’email’ type=’text’ size=30> *<br>”;

    “<br>”;

echo “Título: &nbsp; <input name=’titulo’ type=’text’ size=30><br><br>”;
echo “Sub Título: &nbsp;&nbsp; <input name=’subtitulo’ type=’text’ size=30><br><br>”;
echo “Texto: &nbsp;&nbsp; <textarea name=’mensagem’ cols=’25’
rows=’7′ >
</textarea>

<br><br>”;
echo “visualizar: <input type=’checkbox’ value=’sim’ name=’visualizar’ /><br><br>”;
echo “<input type=’submit’ value=’Enviar’>”; echo “&nbsp;”;
echo “<input type=’reset’ value=’Resetar’>”;
echo “</form>”;
echo “<br><hr>”;
echo “<i>Os campos com <b>*</b> são obrigatórios.<br>”;

?>

Bem, espero que saibam html, caso não, não sei nem o que estão fazendo aqui.

Enfim, como podem ver, um form tem a ação de enviar o conteudo dele para o arquivo inserir.php em metodo post, lembrando que os valores dos input são definidos nos name=‘nomequevocêquer’ ao chegar no inserir.php ele chega como $nomequevocêquer = oquevocêescreveunocampo

Crie um arquivo inserir.php com os valores:

<?

$nome = $_POST[“nome”];
$email = $_POST[“email”];
$titulo = $_POST[“titulo”];
$subtitulo = $_POST[“subtitulo”];
$mensagem = $_POST[“mensagem”];
$visualizar = $_POST[“visualizar”];

    $sql = “INSERT INTO conteudo (nome, email, data, hora, titulo, subtitulo, mensagem, visualizar) VALUES (‘$nome’, ‘$email’, ‘$data’, ‘$hora’, ‘$titulo’, ‘$subtitulo’, ‘$mensagem’, ‘$visualizar’)”; /* Recebe valor e envia para o banco de dados*/

    include(‘config.php’);
$sql = mysql_query($sql) or die (“Houve erro na gravação dos dados, por favor, clique em voltar e verifique os campos obrigatórios!”); // Serve para enviar os dados
echo “<h1>Cadastro efetuado com sucesso!</h1>”;

?>

Espero ter ajudado novamente, e tenham uma boa noite.

Diferente do que faço em todas as outras categorias, irei postar dicas e não um tutorial de como usar/fazer.

Afinal, se procura uma categoria como essa é por que já tem noções básicas do que se trata.

Voltei das cinzas, eu sei, mas o meu chá de sumiço foi devido a trabalho e várias coisas, e o da Anne Carolina é o simples fato do seu computador estar quebrado.

Não se preocupem, iremos voltar com nossas atividades, em breve.

Enfim, vamos chegar onde eu quero.

– Como fazer para editar um arquivo de extensão .txt direto de um php, ou criar arquivos .xml

PHP é uma linguagem web bem versátil e ela tem uma semelhança com a linguagem C, veja essa semelhança no comando fopen, fwrite, fputs (sinônimo de fwrite), fread, fclose

Bem, falar, falar e falar não adianta de nada, vamos pôr a mão na massa.

fopen – Abre um arquivo

fwrite – escreve em um arquivo

fread – lê um arquivo

fclose – fecha um arquivo

Simples isso, né?

Mas só assim, dá uma certa incerteza, vamos explicar como fazer.

<? $novoarquivo = fopen(“nossoarquivo.txt”, “a”);

$conteudo = $fread($novoarquivo);

echo “$conteudo”; ?>

Se você tentar, poderá entender. :] Mas vamos explicar.

ele cria uma variavel com o nome novoarquivo que abre o arquivo e a outra função fread recebe tudo que tiver escrito no “nossoarquivo.txt” com valor de apenas leitura “a” e no final imprime tudo no navegador com o comando “echo”

– mas você não me explicou isso, maldito!

Calma gente,

‘r’ – Abre somente para leitura; coloca o ponteiro no começo do arquivo.

‘r+’ – Abre para leitura e gravação; coloca o ponteiro no começo do arquivo.

‘w’ – Abre somente para gravação; coloca o ponteiro no começo do arquivo e apaga o conteúdo que já foi escrito. Se o arquivo não existir, tentar criá-lo.

‘w+’ – Abre para leitura e escrita; coloca o ponteiro no início do arquivo e apaga o conteúdo que já foi escrito. Se o arquivo não existir, tentar criá-lo.

‘a’ – Abre o arquivo somente para escrita; coloca o ponteiro no fim do arquivo. Se o arquivo não existir, tentar criá-lo.

‘a+’ – Abre o arquivo para leitura e gravação; coloca o ponteiro no fim do arquivo. Se o arquivo não existir, tentar criá-lo.

melhor?

Enfim, mas aí só faz pegar o que ta escrito, e se não tiver nada lá, e se eu quiser inserir algo?

<? $novoarquivo = fopen(“nossoarquivo.txt”, “w+”);

fwrite($nossoarquivo, “$cont”); ?>

aqui o novoarquivo é aberto e zerado e o ponteiro posto no inicio do arquivo pelo ‘w+’ e o comando fwrite se encarrega de escrever em $nossoarquivo que é o nossoarquivo.txt aberto pelo comando fopen, a variavel $cont que é o texto que você quer adicionar, pode ser qualquer coisa ali.

Hmmm…

E se eu quiser adicionar um arquivo por cima do outro?

<? $abrir = fopen(“nossoarquivo.txt”, “r”);

$cont = fread($abrir, filesize(“nossoarquivo.txt”));

fclose($abre);

$apagar = fopen(“nossoarquivo.txt”, “w”);

fclose($apagar);

$adicionar = fopen(“nossoarquivo.txt”, “a”);

fputs ($adicionar, “$texto\r\n”);

fclose($adicionar);

$adicionar2 = fopen(“nossoarquivo.txt”, “a”);

fputs ($adicionar2, “\r\n$cont”);

fclose($adicionar2); ?>

Basicamente, é isso, espero que tenha ajudado.
E até a próxima.

Ubuntu desktop

Bem, há vários tópicos de perguntas sobre instalação de drivers da nVidia e o Ubuntu 9.04 já vem com este recurso pronto em:

Sistema > Administração > Drivers de Hardware

Mas para quem quer instalar manualmente, ou não conseguiu desse modo;

Vamos ensinar aqui:

Primeiro vá ao site da nVidia (http://www.nvidia.com/page/home.html), escolha sua placa (modelo, série) e baixe o driver para Linux 32 ou 64, dependendo do seu sistema/processador;

Enfim, Após feito isso, procure um pré-instalador para driver linux nvidia, no site do vivaolinux, pois o link que estava aqui expirou. Em breve posto-o novamente. :\ (Desculpa)

E execute-o, logando-se no root

Procedimento:

sudo su
colocar a sua senha
cd pastaondeestáoarquivo
./nomedoarquivo

feito isso vai começar todo um procedimento, e ao final… ele vai pedir para você apertar enter e diz que isso vai fechar o modo gráfico,

tudo que você tem de fazer é apertar ctrl+alt+f1

logar-se normalmente, botando seu usuario e senha,

logar-se como root,

Código:
sudo su
colocar a sua Senha

E logo após, procurar a pasta do arquivo que baixou do site da nvidia, o driver da sua placa de vídeo nvidia

Código:

cd nomedoarquivo

E agora meu caro amigo, é só acompanhar a instalação;

Lembrando que as dependencias para instalar o driver como gcc são todas instaladas no pre-instalador. :] ~

E ao final de tudo, caso não saiba reiniciar o sistema nesse modo, basta digitar:

Código

reboot restart now

(ou seria ao contrario o reboot e restart?) D: ~ Enfim,

Então boa sorte, e espero ter ajudado.

E caso tenha um tópico parecido ou do mesmo modo, peço que apaguem e desculpem-me minha ignorancia, e eu usei o Search, só não achei nenhum tópico desse tipo, por isso resolvi faze-lo.

Cedega 7 no Jaunty Jackalope

Publicado: maio 29, 2009 por Stefan Yohansson em Linux, Tecnologia
Tags:, , ,

Clique aqui para download do .torrent do cedega 7

Qual o problema dessa vez?

Pois é pareçe que os desenvolvedores do Ubuntu resolveram mudar o nome do pacote python2.4-dbus do repositorio para python-dbus;

E agora o cedega não instala,

Calma não dessespere-se, no fórum do cedega já postaram a solução em inglês, confira aqui

Mas para facilitar para vocês, basta abrir o terminal, ir até a pasta onde está o arquivo do cedega, com o comando

cd /home/usuario/cedega

ou cd ondequerqueestejaseuaqruivo/

e digitar as seguintes linhas:

mkdir -p cedega_000133_all/DEBIAN
ar p cedega_000133_all.deb data.tar.gz | tar zx -C cedega_000133_all/
ar p cedega_000133_all.deb control.tar.gz | tar zx -C cedega_000133_all/DEBIAN/
mv cedega_000133_all.deb cedega_000133_all.prerebuild.deb
perl -pi -e ‘s/python2.4-dbus/python-dbus/’ cedega_000133_all/DEBIAN/control
dpkg-deb –build cedega_000133_all
rm -rf cedega_000133_all
sudo dpkg -i cedega_000133_all.deb

Pronto, seu Cedega está instalado e funcionando sem problemas.

Agora, leia o “install” para saber como instalar corretamente. (para facilitar mais uma vez, entre no site do cedega e crie uma conta lá, caso contrario, perceberá que o programa pede essa conta, que será enviado e-mail e senha para o e-mail escolhido)

Espero que tenha ajudado.

Atalho no Tibia.

Publicado: maio 27, 2009 por Stefan Yohansson em Linux, Tecnologia
Tags:, ,

Um amigo veio no msn pedindo dicas de Linux / Ubuntu, de repente, surgiu uma dúvida que foi:

Como eu crio atalho no Tibia?

Bem, o jogo é simplesmente zogado, na hora que você cria o atalho ele não abre, por que será? e o que será que tem de fazer?

Simples,

Há um arquivo chamado ‘StartTibia.sh’ na pasta do tibia;

clique duas vezes nesse arquivo e vai apareçer “Exibir” clique e vai abrir o arquivo no Gedit, beleuza, e agora?

Simples, o arquivo vai estar assim.

#!/bin/bash

# This script starts Tibia with a set of provided libraries.
# (the file libc6/README explains where those libraries came from)

# Please try calling this script instead of calling ./Tibia
# in case of problems while starting Tibia.
# (a typical error this script might help with is the dreaded
# “Floating point exception” right after starting Tibia)

./libc6/ld-linux.so.2 –library-path ./libc6 ./Tibia

basta você fazer o seguinte;

#!/bin/bash

# This script starts Tibia with a set of provided libraries.
# (the file libc6/README explains where those libraries came from)

# Please try calling this script instead of calling ./Tibia
# in case of problems while starting Tibia.
# (a typical error this script might help with is the dreaded
# “Floating point exception” right after starting Tibia)

cd /home/usuario/Tibia #ou seja, dar um espaço e colocar o local onde o tibia esta. Pronto. Basta criar um lançador para esse arquivo “StartTibia.sh”

./libc6/ld-linux.so.2 –library-path ./libc6 ./Tibia

Espero ter resolvido o problema da maioria, e outra coisa básica, na hora de criar o lançador, tem uma plataforma com uma mola embaixo, para pôr o icone do Tibia, basta clicar nesse icone que está, e clicar em “procurar” e ir na pasta do Tibia, mesmo que não tenha nada lá, vá até ela e aperte “Abrir” daí vai apareçer o icone do Tibia para seleção, só selecionar, escolher o nome do aplicativo e ser feliz;

Ubuntu desktop

Minha desktop no Ubuntu, não é uma boa motivação ao sistema, mas podem conferir mais dando uma simples pesquisada no http://www.images.google.com.br;

Linux // GNU – Quando pensamos nesse nome, Linux, nos vem logo aquele arrepio; Aquela ideia do sistema cheio de telas de comandos pretas e que só pode ser compreendido por funcionarios da NASA ou da CIA. Pois é, muitos pensam assim sobre esse Sistema Operacional de Código Aberto.

Mas não é nada disso, na verdade, o linux é uma coisa bem fácil de se entender, principalmente hoje em dia que as interfaces gráficas facilitam o manejo da distribuição.

– Mas peraí amigo… interface gráfica, distribuição? Já ta começando a complicar, no Windows não tem isso não.

Ah, meu caro amigo mau acostumado, tem sim.

Window$:
Explorer – Interface Gráfica. Afinal, quem nunca teve de apertar Ctrl+Alt+Del para encerrar o explorer dos processos. E de repente fecha tudo que é gráfico e fica só a tela normal? Pois é, o explorer é a interface gráfica do ruindows.

Linux:

Gnome, Xfce, KDE – Para o linux nós temos varias interfaces gráficas, mas vamos apenas citar as mais usadas que são:

Gnome e KDE, atualmente a Gnome, para mim, vem sendo a melhor delas. Embora a KDE mostre um show de visual, competindo até com o Ruindow$ 7 antes mesmo de ser lançado, possui muitos bugs (erros) e umas falhas; Por mais e por menos prefiro a Gnome. Xfce é uma interface gráfica para Pcs antigos, sem muito desfrutar de efeitos gráficos.

Bem, estamos entendidos, né?

– Mas o que essa interface faz?

Ela organiza o modo como você meche na telinha preta tão temida, de forma visual.

Tudo que você vê, é o Gnome, ele é o formato visual da sua distribuição linux.

– Ah, mas o que é essa tal distribuição aí!?

Simples, cada distribuição organiza seus pacotes e o modo como é organizado seus programas e repositorios (lugares organizados onde ficam os programas para download da internet, diferente do window$, isso existe.).

A minha preferida é a distribuição Ubuntu.

Que é a que uso.

– Beleza, já saco disso tudo… e agora? Sei que terá comandos que serão diferentes e outras coisas… poderia me ajudar, por favor?

Ainda bem que pediu “por favor”… >D

Vamos aos comandos básicos para se viver na tela preta, denominada “Terminal” ou “console”

Quem chamar isso de DOS, vai levar um tiro. Então:

Aplicativos > Acessórios > Terminal

Esse é o caminho para abrir a famosa telinha preta, isso é para caso de extrema urgencia, não precisa se precipitar em pensar que tem de fazer tudo por aqui.

Primeiro, vamos entender que o linux é formado por um usuario comum (você) e um chamado root (administrador) só que esse root, pode logar simultaneamente pelo Terminal, como pelo modo gráfico, e algumas coisas como editar a pasta “/” que é o ponto de montagem, (referente a pasta C:\Windows, onde está o sistema em si), qualquer arquivo com um cadeado só pode ser acessado pelo root, e algumas coisas como instalação de programas requerem acesso ao root, mas não se preoculpem, quando a instalação é pelo modo gráfico (que explicarei depois) ele pede só a senha e instala normal.

Enfim,

Para logar-se como root = sudo su

Onde sudo dá permissão root para uma operação

quando aberto o terminal o simbolo no final da linha é $

quando loga-se como root muda para #

para não precisar adquirir nivel root por meio do sudo su, basta apenas, na hora de digitar o comando botar o sudo antes

instalar programa do repositorio da distribuição

Sistema > Administração > Gerenciador de Pacotes Synaptic
lá é o modo gráfico de download dos programas, tem descrição, nome, campo de pesquisa

e pelo modo texto é só abrir o terminal e digitar

$ sudo apt-get install nomedoprograma (onde o $, não precisa/deve ser digitado)

– dando permissão a um arquivo = chmod +x nomedoarquivo

– Executar um arquivo pré-compilado = ./nomedoarquivo (você deve estar na pasta que o arquivo esta, para isso navegue pelo terminal com o “cd”, veja abaixo)

– Entrar em uma pasta = cd /home/usuario/nomedapasta

– Extrair arquivos .tar.gz ou .tar.bz2 = tar -zxvf nomedoarquivo.tar.gz

tar -vxjpf nomearquivo.tar.bz2

.tar:

$ tar xf nomearquivo.tar

.rar:

$ rar x nomearquivo.rar

.zip:

$ unzip nomearquivo.zip

.7-zip:

$ 7z x -y nomearquivo.7z (você deve estar na pasta que o arquivo esta, para isso navegue pelo terminal com o “cd”, veja acima, ou pode fazer /home/usuario/nomedoarquivo, assim você pega da pasta escolhida e extrai na pasta que esta no momento)

– Executar o configuravel de uma instalação = ./configure

– Executar o compilador após configuração = make

– Instala os dados compilados = make install

Os três passos descritos em vermelho, são para instalação de um programa por meio de texto

– Para reiniciar o computador forçadamente = reboot restart now (Caso não consiga abrir nada, entre pelo terminal com Ctrl+Alt+F1 e digite o usuario e a senha, e logue-se como root e dê o comando de reboot, ou simplesmente, aperte Ctrl+Alt+Del, e o computador irá reiniciar)

Por enquanto, é só.

Da próxima trago vídeos, para vocês verem coisas que podem ser feitas com o Linux e uma placa 3D. :3 ~

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