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Olá pessoas, desculpem o meu chá de sumiço mas o curso me tirou todo tempo restante para dedicar a vocês. Felizmente, a dedicada redatora, Anne Carolina, não parou e não deixou isso aqui morrer, só tenho a agradecer (ela e aos leitores).

Entraremos com uma noção que nem sempre é bem dominada no ensino médio e que dificulta a vida de muita gente em concursos e até nos decorrer da carruagem na faculdade em cursos de exatas e nas áreas correlatas (tecnológicas).

Então temos que ter cuidado ao falar de “lógica” e de “lógica matemática”, são coisas parecidas mas a lógica em si é um conceito filosófico/meta-físico muito mais amplo que a lógica aristotélica pode conter.

Eu espero que todos aqui conheçam a definição de conjunto e suas relações e operações (reunião ou união, intersecção ou interseção). Então, caso não conheça procure nosso post sobre conjuntos e se atualize, só aí volte, caso seja pró, continue.

Linguagem básica

Por ser uma ciência “exata”, a matemática, requer uma linguagem que não apresente ambiguidade ou imprecisões. Para tanto, faz-se uso da linguagem proposicional, que é fundamentada numa teoria chamada Lógica. Essa linguagem será utilizada daqui para frente e muitas vezes (quase sempre) para pessoas que pretendem seguir a área.

Implicações e Recíprocas

As proposições nessa linguagem são do tipo “Se P, então, Q”, em que P e Q são sentenças. Nesse caso, a sentença P é a hipótese e Q é a tese. Substituindo P e Q por “valores” teríamos um exemplo:

Se um triângulo é isósceles, então dois dos seus ângulos são congruentes.

Assim, feita a hipótese de um triângulo ser isósceles, conclui-se a tese, isto é, que dois de seus ângulos são congruentes.
Proposições desse tipo podem ser enunciadas simbolicamente por

P ⇒ Q.

O símbolo (⇒) significa implica, isto é, P ⇒ Q significa que Q é uma consequência de P e, portanto, tem o mesmo significado de “se P, então, Q”.

Essa proposição nos permite ser escrita de outro modo, este seria:

Um triângulo é isósceles, se, somente se, dois de seus ângulos são congruentes.

Essa expressão nos diz que se um triângulo não possui dois ângulos congruentes, então ele não pode ser isósceles, isto é, ter (pelo menos) dois ângulos congruentes é uma condição necessária para que ele seja isósceles. Assim concluímos que para que ele tenha dois lados congruentes, basta ele ser isósceles. isto é, ser isósceles é uma condição suficiente para que dois ângulos de um triângulo sejam congruentes.

Em suma, as proposições
a) se P , então, Q;
b) P ⇒ Q;
c) Q ⇐ P ;
d) Q, se P ;
e) P , somente se Q;
f) Q é condição necessária para P ;
g) P é condição suficiente para Q
têm o mesmo significado.

Vejamos um outro exemplo. A proposição “todo ser humano é mortal”, pode ser enunciada em linguagem matemática das seguintes formas:

a) se x é ser humano, então, x é mortal;
b) x é ser humano ⇒ x é mortal;
c) x é mortal ⇐ x é ser humano;
d) x é mortal, se x é ser humano;
e) uma condição necessária para que x seja humano é a de que x seja mortal;
f) uma condição suficiente para que x seja mortal é a de que x seja humano.

A recíproca de uma proposição P ⇒ Q é, por definição, a proposição dada por Q⇒P. Observemos que, independentemente do fato de P ⇒ Q ser verdadeira ou falsa, sua recíproca, Q ⇒ P, pode ser ou não uma proposição verdadeira.

Quando temos que a proposição e sua recíproca são verdadeiras, podemos representar pelo símbolo ⇔ (se, somente se,). Um exemplo, seria:

x é triângulo isósceles ⇔ dois dos ângulos de x são congruentes.

Quantificadores – negações

As sentenças matemáticas, em geral, envolvem variáveis que são quantificadas. Por exemplo, na proposição “dados dois pontos distintos, existe uma única reta que os contém”, a variável foi quantificada pela expressão existe uma única.

Expressões desse tipo são chamadas de quantificadores. Estes são

  1. existe x;
  2. existe um x;
  3. existe um único x;
  4. para todo x;
  5. qualquer que seja x.

Convém observar que as sentenças (1) e (2) anteriores têm o mesmo significado, pois o artigo “um” em (2) tem o sentido de “algum”. Quando se deseja enunciar a unicidade de x com respeito a uma propriedade qualquer, deve-se fazê-lo explicitamente, como no caso de (3). As sentenças (4) e (5), claramente, têm o mesmo significado.

Em sentenças desse tipo, podem-se usar os símbolos:

  1. ∃ – existe, existe um;
  2. ∃! – existe um único;
  3. ∀ – para todo, qualquer que seja.

Vejamos um exemplo:

Dado um segmento de reta AB , obtêm-se facilmente, triângulos isósceles cuja base é AB. Usando-se quantificadores, podemos dizer isso das seguintes maneiras:

  1. para todo segmento de reta AB existe um triângulo isósceles cuja base é AB ;
  2. para todo segmento de reta AB existe um ponto C , tal que ABC é um triângulo isósceles de base AB ;
  3. ∀AB , ∃C , tal que ABC é um triângulo isósceles de base AB .

Note que, em (1) e (2), pode-se ainda substituir a expressão “para todo” por “qualquer
que seja”.
Uma proposição clássica da geometria euclidiana estabelece que três pontos não colineares determinam uma circunferência. Esse fato pode ser enunciado também como:

  1. quaisquer que sejam os pontos não colineares A, B, C , existe uma única circunferência γ que contém A , B e C ;
  2. ∀ A, B, C não colineares, ∃! γ , tal que γ é uma circunferência e A, B, C ∈ γ .

Mas nem só de proposições verdadeiras vivem os matemáticos, ao longo de certas argumentações é preciso negar certas afirmações. Nesse contexto, a negação de “todo triângulo é isósceles”, é “existe um triângulo que não é isósceles”, e não “nenhum triângulo é isósceles”, isto é, para negarmos o fato de que todos os triângulos são isósceles, basta exibirmos um que não o seja.

Dessa forma, a negação de uma sentença do tipo “para todo x ∈ A , x tem a propriedade P” é “existe um x ∈ A , tal que x não tem a propriedade P ”, e vice-versa. A negação de uma sentença S é denotada por ∼ S [lê-se não S].

Exemplo:

Vamos negar a proposição (um famoso axioma da geometria euclidiana):

Dados dois pontos distintos A e B, existe uma única reta l que os contém.

observemos que há duas formas de contrariá-la. Uma seria obter um par de pontos A, B , tais que nenhuma reta os contenha; outra seria obter A, B, tais que mais de uma reta os contenha, isto é, a negação da sentença “existe um único x com a propriedade P” é “não existe x com a propriedade P” ou “existe mais de um x com a propriedade P”. Assim, a negação ficaria

~P = Existem pontos distintos A, B , tais que reta alguma os contém ou existem pontos distintos A, B , tais que mais de uma reta os contém.

Bem, finalizamos a introdução por aqui.

Depois trarei mais material sobre esse assunto tão complexo e utilizado hoje em dia.

Bibliografia

Disciplina: Pré-Cálculo

Introdução à linguagem matemática

Autores: Rubens Leão de Andrade, Ronaldo Freire de Lima

  • Soluções

Na natureza raramente encontramos substâncias puras. Tudo está formado por misturas entre dois ou mais elementos, essas misturas são denominadas: Soluções.

Essas soluções podem estar em diferentes estados físicos e podem ocorrer entre diferentes tipos de elementos em diferentes estados físicos, mas o que vamos abordar aqui serão as soluções aquosas (dissolvidas em água), soluções líquidas em si, soluções gasosas. Parece incomum pelos nomes, mas essas soluções estão presentes em muitos lugares no nosso dia a dia, como exemplo uma solução gasosa em um líquido é o refrigerante, dissolvendo Carbono (CO2) em estado gasoso no líquido. Outro exemplo é o soro fisiológico que tem em sua composição sal (NaCl), sacarose, mais conhecido como açucar, (C12H22O11) e a água (H2O). Tendo esses exemplos em vista podemos ver que não é tão complicado assim e que não é algo tão incomum o estudo da ciência química.

  • Tipos de soluçõesPara entender o estudo das soluções precisamos entender primeiro o conceito de soluto e de solvente, sendo o primeiro aquele que é dissolvido e o segundo o que dissolve, exemplo em uma solução aquosa de NaCl, sal é o soluto e água é o solvente. Agora vamos aos tipos de soluções que encontramos.
  1. Solução sólidaEssas soluções são denominadas ligas, tanto soluto quanto solvente encontram-se no estado sólido.

Exemplo:

Liga de bronze = ‘Soluto’ – Estanho (Sn) + ‘Solvente’ – Cobre (Cu)

ouro 18 quilates = ‘Soluto’ – Prata (Ag), Cobre (Cu) + ‘Solvente’ – Ouro (Au)

  1. Solução gasosaOs componentes dessa solução encontram-se no estado gasoso.

Exemplo:

A solução gasosa mais comum é o ar atmosférico composto de: nitrogênio (N2), oxigênio (O2), argônio (Ar) e gás Carbônico (CO2)

  1. Solução líquida

Nesses tipos de soluções, pelo menos um dos componentes deve estar no estado líquido. Não exatamente uma solução líquida precisa ser um sólido dissolvido na água. Temos soluções formadas por gás e líquido onde a influência da pressão é essencial, ou seja, o gás é prensado contra o líquido em recipiente fechado, fazendo ‘unir-se’ com tal. Assim estabelece a Lei de Henry: a solubilidade de um gás em um líquido é diretamente proporcional á pressão do gás sobre o líquido. Um dos exemplos mais comuns é a garrafa de bebida (refrigerante), o gás é introduzido no líquido a uma pressão maior do que 1,0 atm.

  • Mas peraí, e a temperatura influencia né? Porque quando o refrigerante tá quente ele “estoura” na minha mão !Sim, temos a influência da temperatura também, onde diz-se que a solubilidade de um gás em um líquido é inversamente proporcional à temperatura, ou seja, quanto maior a temperatura, menor a solubilidade do gás.
  1. Soluções apenas de líquidos

No nosso cotidiano não é difícil encontrar essas soluções também. Estas tem o soluto e solvente em estado líquido.

Exemplo:

  • água oxigenada – é uma solução de peróxido de hidrogênio (H2O2) e água;

E enfim sobrou a mais encontrada, sólidos em líquidos.

Temos como solvente universal a água, mas porque isso? Será que ela dissolve QUALQUER COISA?

Não, ela não dissolve todos os elementos, mas a água dissolve a grande maioria dos elementos sejam orgânicos ou inorgânicos e por essa razão tem o principio de solvente universal.

Aaaaaaah, está tudo bom, tudo muito bonito, mas chega uma hora que tem de entrar os malditos números, né?

Então, vamos a eles antes que eles venham a nós.

  • Solubilidade

Montando uma solução você percebe que o soluto dissolve inteiramente no solvente caso esteja em boa dosagem, mas caso contrário fica o resto do soluto no fundo do recipiente usado para montar a solução. Então, estudaremos o porque disso.

Bem, vocês entendem que quanto mais suco você botar na água mais vai ficar la no fundo, né? Mas também, mais forte vai ficar o suco.

Logo, quanto mais soluto, mais concentrada a solução e quanto mais soluto em excesso mais corpo de fundo se forma no fundo do recipiente.

Agora você também entende que ao dissolver 300mg de suco em água e dissolver em outro recipiente 300mg de açucar um pode formar corpo de fundo e o outro não, como um pode ficar “forte” e o outro não.

Logo, Substâncias diferentes se dissolvem em quantidades diferentes, numa mesma quantidade de solvente.

Vamos a um exemplo:

você tem 50 g de NaCl (sal) e joga em 100mL de H2O à 20°C = 14g de corpo de chão, ou seja, ficam 14g do NaCl no fundo do copo.

Coeficiente de solubilidade do NaCl em 100mL de água à 20 °C é 50 – 14 = 36g

Ou seja, se adicionado mais de 36, o que passar de 36 é o corpo de fundo. Entendemos assim que uma solução que tem quantidade de soluto inferior ao coeficiente de solubilidade é denominada solução não-saturada ou insaturada. E a que tem exatamente o coeficiente é a solução saturada. Logo a que excede é a supersaturada.

Nas soluções descendo a temperatura teremos a cristalização de certos gramas de soluto. Mas falaremos isso no próximo post. Gráficos de solubilidade e Aspectos quantitativos da solução.

Aprendendo sobre Funções

Publicado: fevereiro 1, 2010 por Stefan Yohansson em PHP + MySQL, Tecnologia
Tags:, ,

Funções… Ah, queridas funções…
Sem elas eu não poderia deixar meus programas mais leves. Aqui vamos dar início a uma base de como não precisar repetir seu código várias vezes e realmente o começo de como fazer um código ficar mais inteligente com o paradigma de Orientação à Objeto. :] ~

Enfim,

Definindo funções
Funções são blocos de códigos pré-definidos e rotulados para que sejam executados quando chamados e podem ou não receber um atributo/váriavel.

COMO ASSIM?

Simples,

function mensagem() {
echo “oi !”;
}

mensagem();

a saída da chamada dessa função é “oi”, se não tivesse o mensagem() ali, abaixo do código… ele nem chegaria a executar.
– Porque?
A função é um bloco de código e ela não é executada a não ser que seja chamada pelo seu nome. Logo, não adianta chamar uma função antes dela ser definida.

MAS PERAI !

pra quê fazer uma função? se eu simplesmente posso digitar

echo “oi”;

pensa aí, se você precisar digitar oi em mil campos de textos [para o exemplo da função mensagem()] e quando você for editar?
no caso da função mensagem, seria só editar ali e onde tivesse “oi” mudaria para o que foi digitado, entenderam?

Então, vamos a um exemplo mais díficil:

#modelo 1 – Criado por Stefan Yohansson
#duas funções e o html

$numero_contador = 0; #define a única variavel usada e seu valor.

function contador_mais($numero_contador) {
$numero_contador++;
return $numero_contador;
} #essa é a primeira função. O que ela faz? apenas soma +1 à nossa variavel, 0 + 1 = 1, e este é o resultado retornado.

function contador_menos($numero_contador) {
$numero_contador–;
return $numero_contador;
} #faz o contrário da de cima, diminui 1 de 0, retornando -1

#chamamos o html !
echo “<html>
<title>Sucessor e Antecessor de Zero !</title>
<link href=\”cont.css\” rel=\”stylesheet\” type=\”text/css\”>
<body>
<div id=\”container\”>
<h2>Sucessor e Antecessor de Zero !</h2>
<a href=\”?area=Aumentar\”>Aumentar</a> – <a href=\”?area=Diminuir\”>Diminuir</a>
<br>
(Aperte os links acima ou os botões abaixo para o número mudar)
<h1>”;

if ($_GET[‘area’]) { #caso tenhamos uma variavel area na URL:

switch($_GET[‘area’]) { #troque para cada valor abaixo
case Aumentar: #caso aumentar
echo contador_mais($numero_contador); #use a função mais
break;
case Diminuir: #caso seja diminuir
echo contador_menos($numero_contador); #use a função menos
break;

case Zerar: #caso zerar.
echo $numero_contador; #chame o valor da variavel
break;

default:
echo $numero_contador;
}

} else {
echo $numero_contador;
}

echo “</h1>
<form action=\”?\” method=\”GET\”>
<input type=\”submit\” name=\”area\” value=\”Diminuir\”>
</form>

<form action=\”?\” method=\”GET\”>
<input type=\”submit\” name=\”area\” value=\”Aumentar\”>
</form>

<form action=\”?\” method=\”GET\”>
<input type=\”submit\” name=\”area\” value=\”Zerar\”>
</form>

</div>
</body>
</html>”;

Bem pessoal, reparem que no nosso código se vocês executarem nos seus computadores, veram que temos dois botões (um botão mesmo e outro é um link) e ambos fazem a mesma coisa com os mesmos parametros. :] ~

Bem este é um programa exemplo. Percebam que a função é diferente da função mensagem pois tem algo entre os ().
O que quer dizer isso?
function contador_menos($numero_contador)
isso significa que a função receberá como parametro a variavel $numero_contador.
Se isto não for feito, nada será feito. >D

Caso sua função seja uma função de msg, isso não é preciso, mas caso o usuario vá passar valores que serão executados na função, é mais que preciso.

Enfim, fica de dever de casa fazer um programa que calcule a hipotenusa de um triângulo de lados
h = ?
a = 8
b = 6

Sua saída deve ser algo parecido com o outro programa.
Se quiserem podem postar seus códigos nos comentários e eu avalio-os… ou mandem-me e-mails.

swhite.owl@gmail.com

Bem pessoal, geralmente vemos esse assunto na 8ª série que agora se chama 9° ano, né? (Geralmente chamam de Sistema de equações)

mas revemos ele no 2° ano com o nome mais complicado de Sistemas Lineares.

I – Introdução
Vamos usar o exemplo de uma metalúrgica que fabrica lingotes de bronze, que é uma liga de cobre e estanho, ao custo de R$ 13,00 o quilograma. Sabendo que 1kg de cobre custa R$ 12,00 e que 1 kg de estanho custa R$ 16,00 queremos calcular a quantidade de cobre contida em cada quilograma do bronze produzido nessa indústria.
Para resolver esse problema, vamos supor que x e y sejam, respectivamente, as frações de cobre e estanho que compõem 1 kg de bronze. Assim, devemos ter:

{ x + y = 1 => { y = 1 – x (I)
{ 12x + 16y = 13 => { 12x + 16y = 13 (II)

Substituindo a equação I na equação II, obtemos:
12x + 16(1 – x) = 13
ou seja: 12x + 16 – 16x = 13
chegando a uma quase conclusão: -4x = -3
e concluindo: x = 3/4*

3/4 = 3 sobre 4, fração. Mas não dá para representa-la aqui.

Logo, cada quilograma de bronze contém 0,75 kg de cobre.
Viu como é frequente o uso desse assunto?
Então não se perguntem onde irão usar matemática no dia a dia.

II – Equação Linear
Essa é fácil, toda equação do 1° grau com uma ou mais incógnitas, é chamada de Equação Linear.

Ex:
ax + by = 11, temos:

  • incógnitas: x e y
  • coeficientes a e b
  • termo independente: 11

Solução da equação linear.
Simples, muito simples.

Ex:
3x + 2y = 11
a solução dessa equação é o par ordenado (1, 4), pois a equação:
3 x 1 + 2 x 4 = 11 é verdadeira.
3 + 8 = 11
11 = 11.

Entenderam?
Agora perai…

1 – Quantas soluções admitem a equação 2x + y = 5?
a resposta é:
Infinitas.

Porque?
para x = 1, temos 2 x 1 + y = 5; portanto y = 3. Logo (1, 3) é verdadeiro.
Para x = -2, temos 2 x (-2) + y = 5; portanto y = 9. Logo (-2, 9) é a solução.

LEMBRARAM DO QUE O PROFESSOR DE VOCÊS FALOU? (Se é que falou)

Escolhe-se um valor para x, adiciona na equação e acha y, assim achando os pares ordenados (solução).

Dentro dessas equações temos os tipos;

Equação linear homogênea
É toda equação linear cujo termo independente é igual a zero.

Ex.:
3x + 2y = 0 <- viram?

E toda equação linear homogênea tem a solução trivial que é (0, 0, 0, 0…). Quantos zeros tiverem de incógnitas (x, y, z).

III – Classificação dos Sistema Linear
Bem, depois de entender como funciona os sistemas lineares e suas equações mais que fáceis… vamos aprender como classifica-los, afinal nem sempre dá certo.

Sistema possível e determinado ( SPD )
É todo sistema linear que adminte uma única solução.

Ex.:
{ x + y = 5
{ y = 2

Ele já diz que y = 2, basta substituir o mesmo na equação de cima. ficando:
x + 2 = 5
x = 5 – 2
x = 3

E achamos o par ordenado
(3, 2)
x y

Sistema possível e indeterminado ( SPI )
É todo sistema linear que admite mais de uma solução.
Ex.:
{ 2x + y = 5
{ 4x + 2y = 10

É um sistema linear que admite várias soluções por que quando x for 2, y será 1. Quando x for 0, y será 5 e por aí em diante… ( Ah, lembrem-se que os valores de x e y tem de resolver as duas equações )
Então classificamos ele como SPI (sistema possível e indeterminado)
porque sabemos que ele tem resultado, mas não podemos dizer qual, pois existem vários.

Dica: Provando que um sistema linear admite mais de uma solução, prova-se que ele admitirá infinitas soluções.

Sistema Impossível
É todo sistema linear que admite solução alguma.

Python/gtkbuilder – Hello World – Tutorial I

Publicado: janeiro 16, 2010 por Stefan Yohansson em python, Tecnologia
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Bem, hoje vamos aprender uma linguagem bastante discutida chamada Python.
Python é uma linguagem interpretada (um pouco “lenta” para algumas aplicações, mas de grande agrado), ela é considerada um High Level Programming Languange (Linguagem de programação de alto nível) e por isso é muito usada. Também por que é de fácil aprendizado já que sua edentação se dá de modo muito simples.

Enfim, creiamos que você já tenha um principio de programação (caso não, terá de ler um tópico que virá em breve sobre Python puro ou sobre algoritmo).
Se quiser ir aprendendo… http://www.python.org.br/wiki/AprendaProgramar
Siga este belo guia e volte aqui para ver como se faz uma janelinha.

Vamos ao que você irá precisar:
– Glade 3.1
– Python 2.5 ~ 3.0
– Biblioteca GTK+
(caso use linux, dependendo da distribuição você já tem quase todos, só precisa baixar o Glade. Windows users terão de baixar os 3)
gladewin32.sourceforge.net/
http://www.python.org/download/windows/

então já que temos os programas… mãos a massa fazer a nossa primeira aplicação (considerando também que já leu o outro tutorial e já sabe abrir o interpretador e tudo mais.)

I – Criando a janela !
Abra o glade e crie uma janela como essa.

Base da nossa janela no Glade

feito isso salve como gtkbuilder format (lembrando que usamos gtkbuilder e não libglade) e irá criar um arquivo com “nome.glade”. Primeiro passo feito. Simples não?

II – Criando código.
Vou adicionar o código comentado para que não tenha de ficar explicando linha por linha.

http://pastebin.com/f1d58b829

E fim.
Nosso resultado.

Resultado do Hello World

Deletem os comentarios para caso dê erro.
Eu espero que tenha ajudado na lógica de vocês.
Trouxe elementos simples e tentei explica-los da melhor maneira que pude.

Qualquer coisa, coment e eu responderei.
Caso queiram os arquivos. Basta pedir.

Sistema de notícias com PHP & MySQL

Publicado: dezembro 9, 2009 por Stefan Yohansson em PHP + MySQL, Tecnologia
Tags:, , ,

Bem, todo mundo se pergunta como fazer um sistema de notícias ou tra la la li,
Sei que esse tutorial tem em muitos lugares, mas muitos ou não funcionam, ou tem falhas de segurança, ou isso ou aquilo, não prometo trazer o com a maior segurança, nem o mais bem explicado, mas pelo menos que funcione, sim.

Depois quando abordarmos segurança (md5), daí eu mando um sisteminha com sessions, cookies e os cambal. ( mas lembre-se, nada na boca, só o começo o resto… virem-se ) :] ~

Enfim, o que você precisa entender?
– Linguagem de programação; PHP
– Banco de dados; MySQL

– Criando a tabela

<?

$conexao = mysql_connect(“localhost”, “root”, “”) or die (“Configuração de Banco de Dados Errada!”); //lembrando que em mysql_connect é servidor,usuario,senha ali é a configuração para um servidor local sem senha e com usuario root

$db = mysql_select_db(“meusite”) or die (“Banco de Dados Inexistente!”); //acessa o banco de dados noticias

?>

criar a tabela. Com as seguintes configurações:

<?

include(‘config.php’); /* Chama o arquivo criado acima. Que é a chamada ao MySQL, lembrando que você terá de criar a db, direto do PhpMyAdmin, enfim, continue lendo. */

CREATE TABLE noticias (
id int(5) NOT NULL auto_increment,
nome char(30) NOT NULL ,
email char(80) ,
data date NOT NULL,
hora time NOT NULL ,
titulo char(100) NOT NULL ,
subtitulo char(200) ,
mensagem text NOT NULL ,
visualizar char(3) DEFAULT ‘nao’ ,
PRIMARY KEY (id),
UNIQUE id (id)
);

?>

Aquela parte de cima serve para o php se conectar ao servidor mysql e devidamente ao banco de dados especificado, no caso notícias. Vamos chamar ele de arquivo: config.php. Então para não precisarmos escrever ele mil vezes e quando precisarmos edita-lo precisar fazer mil vezes, podemos botar em um arquivo separado e chama-lo pela função include(‘config.php’); vejamos como fazer isso.

antes de tudo, você terá de acessar o PhpMyAdmin e criar novo banco de dados com o nome notícias, é simples. Mas tem um tópico que explica isso aqui no blog. :~~ Procure.

  • Vamos entender/simplificar o código:

– Criando config.php

Vamos criar um arquivo que tenha os parametros de acesso do mysql, para não precisarmos ficar editando em todos os arquivos.

<?

#essas variaveis você poderá mudar.
$servidormysql = “localhost”;
$usuarioservidor = “root”;
$senhaservidor = “”;
$bancodados = “meusite”;

#Daqui para baixo, não é necessário alteração.
$conexao = mysql_connect(“$servidormysql”, “$usuarioservidor”, “$senhaservidor”) or die (“Configuração de Banco de Dados Errada!”);

$db = mysql_select_db(“$bancodados”) or die (“Banco de Dados Inexistente!”);

?>

Bem, quando precisarem mudar algum dado, mudem as variaveis e pronto. :}

Obs.: Ao invés de usar aquelas linhas todas no seu arquivo.php tente substituir por include(config.php);

Sentiu a diferença? Então já entedemos o nosso conectar ao mysql, vamos ao sistema em si.

<?

echo “<h1><b>Cadastro de Notícias</b> // <i> created by: Stefan Yohansson </i></h1>”;
echo “<hr><br>”;
echo “<form action=’inserir.php’ method=’POST’>”; /* repare no action que manda todo o conteudo do form em questão para o arquivo inserir.php por metodo post, caso não entenda isso. Estude HTML */
echo “Nome: <input name=’categoria’ type=’text’ size=30> *<br>”;

*<br>”;

echo “Titulo: <input name=’titulo’ type=’text’ size=30><br><br>”;
echo “Autor: <input name=’autor’ type=’text’ size=30><br><br>”;
echo “Texto: “;
echo “<input type=’submit’ value=’Enviar’>”;
echo “</form>”;
echo “<br><hr>”;
echo “<i>Os campos com <b>*</b> são obrigatórios.<br>”;
?>

Bem, chamaremos esse arquivo de noticias.php, ele é um html, e pode ser tirado as ” e ser salvo como noticias.html. Porém prefiro em php.

Enfim, falta só um arquivo para fazermos o básico do sistema de notícias; a página de inserir o conteúdo ali digitado.

E vamos criar o inserir.php. Por favor, substitua os /* */ pelas tags de abertura do php. Pois o wordpress impancou com elas.

/*
$categoria = $_POST[‘categoria’];
$titulo = $_POST[‘titulo’];
$autor = $_POST[‘autor’];
$texto = $_POST[‘texto’];

include(‘config.php’);

$sql = “INSERT INTO noticias (categoria, titulo, autor, texto) VALUES (‘$categoria’, ‘$titulo’, ‘$autor’, ‘$texto’)”;

$resultado = mysql_query($sql) or die(“Houve um erro no cadastramento dos valores no db.”);

echo “Dados cadastrados com sucesso.”;
*/

ele chama as variaveis que foram passadas pelo metodo POST, definido em noticias.php no <form action=”” method=”POST” />
e essas variaveis, recebem seus nomes através dos names dados ao input, por exemplo:
<input type=”text” name=”categoria“>
o nome da variavel que contém o texto categoria fica assim.
$_POST[‘categoria’];

E para não precisarmos ficar usando esse texto em toda parte definimos ele como uma outra variavel.
$categoria = $_POST[‘categoria’];
entenderam?
– Mas e o resto?

$sql = “INSERT INTO noticias (categoria, titulo, autor, texto) VALUES (‘$categoria’, ‘$titulo’, ‘$autor’, ‘$texto’)”;

Quem sabe inglês já desvenda isso de cara, mas vamos traduzir:
$sql = “INSERIR EM noticias (nas colunas tais) OS VALORES (tais) ;
O que eu quis dizer com isso? que quero que insira na tabela noticias ( o banco de dados já está conectado no include(‘config.php’) )
os valores seguidos na linha depois do VALUE, nas sequintes colunas (antes do VALUE).

Bem pessoal, não to aqui para montar sisteminha besta para ninguém.
Apenas ensinar isso. Se quiserem alterar, fique de lição de casa. Fiquem só sabendo que a query para editar é;

“ALTER TABLE noticias (…) VALUES (…)”;
ou…
“ALTER TABLE noticias VALUES (x = ‘$f’, y = ‘$z’)…”;

Espero que tenha sido útil, e qualquer dúvida / reclamação deixar nos comentários. Desculpem a demora.

Eeee…

Irei começar com Ruby On Rails.
Já que vou fazer um curso no IFRN sobre tal.

Iniciei no Ubuntu 9.10, beleza.
Tive de formatar e excluir o usuario do ubuntuone, quando terminei de formatar e fui adicionar meu “novo” computador. Quem disse que adicionava? Entrava na página do ubuntu one, mostrava meus arquivos e não me dizia nada para adicionar o computador atual.

De repente pensei:
“perai, se o servidor lá não reconhece isso, então problema está na pasta de configuração do meu ubuntone.”

Logo veio a ideia. E me vi fazendo a pergunta que todo usuario de windows faz antes de quebrar seu sistema operacional (que felizmente no Linux não é assim.):
“Por que não tentar?”

Enfim,
a solução é simples:

basta abrir sua página pessoal
/home/usuario <~
no meu caso
/home/stefan
– dar um ctrl+H
e vai aparecer todos os arquivos ocultos, ums pastas com “.” no começo.
ps.: PELO AMOR DE DEUS, NÃO MECHAM NESSAS PASTAS! Claro, se não souberem o que estão fazendo.

Enfim, selecionem a pasta
.config
e dentro dela delete a pasta:
.ubuntuone
imediatamente, reinicie seu computador.

NÃO! NÃO SEJA TEIMOSO EM TENTAR INICIAR O UBUNTUONE !
Reinicie o computador. e automaticamente quando iniciar ele irá abrir o ubuntuone e o seu firefox. :] ~
Espero ter ajudado.