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Desde há muito tempo, a comunicação sempre foi uma necessidade do homem, seja para trocar ideias ou experiências com outros membros do seu grupo. O homem quando faz parte de uma sociedade, vai construindo uma cultura própria que é passada de geração a geração. Toda atividade humana depende de alguma forma de comunicação. Por isso, é tão importante a função da comunicação no mundo moderno.

Mesmo sendo predominante a ideia de comunicação verbal, falada ou escrita, existem, entretanto, outros meios de comunicação, como os gestos, imagens, sons, artes e até o sinal do computador, que constituem formas de comunicação não verbal. Porém, o meio mais eficiente de que dispõe é a linguagem.

1. LINGUAGEM

É a capacidade do homem de comunicar-se por meio de uma língua. É também, qualquer sistema de signos simbólicos empregados na intercomunicação social com o objetivo de expressar e comunicar ideias e sentimentos. Para alguns estudiosos, a linguagem é usada para designar todo sistema de sinais que serve de meio de comunicação entre os indivíduos.

A linguagem humana articulada se realiza de maneira concreta por meio de formas especificas chamadas atos linguísticos, que se organizam em sistemas denominados tradicionalmente línguas. Sendo assim, em virtude da modernidade, outros fatores, como o modo de andar, sentar, falar, a maneira de se vestir, o comportamento social vêm sendo observados como formas de comunicação entre as pessoas.

2. LÍNGUA

A língua é uma instituição social, pertence a todos os indivíduos da mesma comunidade ; apresenta caráter abstrato, por ser um código, um sistema de signos, no entanto, concretiza-se por meio de atos de fala. Fala é a realização concreta de uma língua.

2.1 Sígno Linguístico

É um elemento que apresenta significante e significado. Quando ouvimos a palavra livro, reconhecemos os sons que o formam. Esses sons se identificam com a lembrança deles que está presente em nossa memória. Dessa forma, armazenamos em nosso cérebro a imagem sonora dessa palavra, que é o significante do signo livro. Ao ouvir essa palavra, pensamos logo num objeto que podemos ler, estudar e, através dele, podemos adquirir conhecimentos. Sabemos que é um conceito que não se atribui a qualquer objeto, é o significado do signo livro, e que por sua vez se encontra armazenado em nosso cérebro.

O signo livro, portanto, relaciona-se com dois aspectos de nossa memória : uma imagem acústica, que corresponde a uma sequência de sons (o significante) , e um conceito, um dado do conhecimento humano sobre o mundo (o significado) . As palavras escritas ou orais são significantes, e as ideas ou conceitos a elas relacionados são significados.

2.2 Discurso

É a língua no ato, na execução individual. É a forma concreta sob a qual se manifesta a língua. É o ato de utilização individual e concreto da língua no processo da linguagem. O processo de comunicação pode realizar-se pela linguagem oral ou pela escrita. Mesmo que a linguagem seja a mesma, a expresão escrita é diferente da oral.

Diferentemente da língua falada, a língua escrita é mais abstrata, mais refletida, requer mais elaboração quanto às regras gramaticais. Cada indivíduo, para se comunicar, utiliza o código linguístico da maneira que achar mais adequado, ou seja, de acordo com o contexto do qual faz parte.

Veja algumas características da Linguagem Oral e da Linguagem Escrita :

# Linguagem Oral

Repetição de palavras ;

Emprego de gírias, neologismos ;

Emprego restrito de certos tempos e aspectos verbais ;

Colocação pronominal livre ;

Frases feitas, chavões ;

Frases inacabadas ;

Formas contraídas, omissões de termos no interior das frases ;

Predomínio da coordenação ;

# Linguagem Escrita

Vocabulário variado ;

Emprego de termos técnicos ;

Emprego de subjuntivo, futuro do pretérito ;

Colocação pronominal de acordo com a gramática ;

Variedade na construção das frases bem construídas ;

Clareza na redação, sem omissões e ambiguidades ;

Emprego de coordenação e subordinação ;

3. VARIEDADES LINGUÍSTICAS

A língua, enquanto código ou sistema, permite uma variedade de usos, que podem ser adotados pelos falantes, em conformidade com as exigências situacionais da comunicação. Uma linguagem nunca é falada da mesma maneira pelos seus usuários, ela está sujeita a muitas variações, ou seja, o modo de falar de falante varia. Estas variações acontecem de época para época, de região para região, de grupo social para grupo social e tantas outras variedades existentes no português brasileiro.

A essa variedade, seja social ou individual, dá-se o nome de variantes linguísticas. As variantes linguísticas podem ser atribuídas a diversas influências : geográficas, sociais, etária, profissional, contextuais.

Mais sobre PHP

Publicado: novembro 6, 2009 por ' Carolina Araújo em PHP + MySQL, Tecnologia

Formulários Em PHP

Muitas pessoas tem dúvida de para onde vai o conteúdo daquele HTML , Onde ele é processado? O próprio formulario lhe responde isso no seu campo de ação.

Ex.:
<form action = “resposta.php”> </form>

O arquivo resposta.php é o arquivo onde as informações serão processadas e enviadas para outro lugar, geralmente um banco de dados. Vamos montar um desses formularios simples:

Nome: <input type=”text” name=”nome”>
*E-mail: <input type=”text” name=”email”>*

Senha: <input type=”password” name=”senha”>*

O campo “name” (em negrito) é de extrema importância nos input, pois são eles que nomeiam os bois, por eles que se recebe as variaveis no ‘enviar.php’. O metódo POST indica que os valores serão passados ‘por trás’ do script, de maneira segura, podendo assim dizer. Diferente do metódo GET que passa pela URL, os valores.

Bem, já montamos o nosso HTML, agora vamos ao arquivo ‘enviar.php’, o que ele fará?

  • Receberá os valores por metódo POST e irá transferi-los para uma variavel, respectivamente (a variavel é nomeada com o que colocar no name. Por isso esse campo é importante.)
  • Irá checar se todos os valores estão preenchidos, caso não, irá retornar uma msg de erro.
  • Caso os valores estejam correspondendo vai enviar os mesmos para a tela, imprimindo-os.

enviar.php

<?php
$nome = $_POST[‘nome’] /* recebe o valor pelo metodo post e armazena na variavel */
$email = $_POST[‘email’]
$senha = $_POST[‘senha’]

$sql = “INSERT INTO usuarios (nome, email, senha) VALUES (‘$nome’, ‘$email’, ‘$senha’)”;

/* Recebe valor e monta o SELECT na variavel sql*/

include(‘config.php’);

#chama o script de configuração

$sql = mysql_query($sql) or die (“Houve erro na gravação dos dados, por favor, clique em voltar e verifique os campos obrigatórios!”);

// Serve para enviar os dados, caso dê erro mostra a msg escrita no “or die”
echo “Cadastro efetuado com sucesso!”;

//caso não, mostra o echo

– A –

Abençoo [ Forma verbal ]

Abotoo [ Forma verbal ]

Açoriano

Acriano

Adenoide

Aeroespacial

Afro-asiático

Afrodescendente

Afro-luso-brasileiro

Afromestiço

Agroindustrial

Água com acúçar

Água de cheiro

Água-de-colônia

Águe / Ague ( ú ) [ Formas verbais ]

Aiuba

Alcaloide

Alcateia

Além-fronteira

Além-mar

Ama de leite

Amoré-guaçu

Amoreia

Amor-perfeito

Anajá-mirim

Andá-açu

Andorinha-do-mar

Andorinha-grande

Andreia

Androide

Anglo-americano

Anglo-canadense

Ante-estreia [ Vogal + Vogal -> Hífen ]

Ante-hipótese

Anterrosto

Antessacristia

Antessala

Antesocrático

Antiaéreo

Antialcoólico

Antiarlégico

Antiamericanismo

Antiético

Anti-hemorrágico

Anti-herói

Anti-higiênico

Anti-horário

Anti-humano

Anti-ibérico

Anti-imperialismo

Anti-infeccioso

Anti-inflacionário

Anti-inflamatório

Antioxidante

Antirrábico

Antirracismo

Antirreligioso

Antirroubo

Antirrugas

Antissemita

Antisséptico

Antissequestro

Antissimetria

Antissionista

Antissocial

Antissoviético

Anti-Stalin

Antistalinista

Antropoide

Ao Deus-dará

Apneia

Apoio, Apoiem, Apoie [ Formas verbais ]

Aquém-mar

Aquém-oceano

Arco-da-velha

Aeguo, Arguis, Argui [ Formas verbais ]

Arqui-hipérbole

Arqui-inimigo

Arqui-irmandade

Arquirrivalidade

Arquirromântico

Assembleia

Asteroide

Ateia

Autoadesivo

Autoafirmação

Autoajuda

Autoanálise

Autoaprendizagem

Autoavaliação

Autoescola

Autoestima

Autoestrada

Autoimunidade

Autoindicação

Autoinstrução

Autointoxicação

Auto-observação

Auto-ônibus

Autopiedade

Autorregulamentação

Autorrespeito

Autorretrato

Autosserviço

Autossuficiência

Autossugestão

Autossustentável

Averíguo / Averiguo ( ú ) [ Formas verbais ]

Azaleia

– B –

Baba de moça

Bahia de todos-os-santos [ Capitania ]

Baía de todos-os-santos [ Acidente geográfico ]

Baiuca

Basileia

Benfeito

Benzoico

Bicho de sete cabeças

Bicho do mato

Bico de jaca

Bico de papagaio

Bico-de-papagaio [ Botânica ]

Bi-harmônico

Bilíngui ( ü )

Biorritmo

Biossatélite

Blêizer

Boca de sino

Bocaiuva

Boia

Boia-fria

Boiuno

Bola ao cesto

Boleia

Boraceia

Brasileia

Bumba meu boi

Butanoico

Byroniano [ De Byron ]

– C –

Cabo de guerra

Cabra da peste

Café com leite

Café da manhã

Calcanhar de aquiles

Calcanhar de judas

Caldeia

Cama de gato

Câmara de ar

Camisa de força

Camisa de vênus

Cananeia

Carne de sol

Castanha-do-pará

Caucasoide

Cavalo de pau

Ceará-Mirim

Cafaleia

Cenozoico

Centopeia

Centro-americano

Chá de panela

Cingapura

Circum-escolar [ Circum + Vogal -> Hífen ]

Circum-hospitalar [ Circum + H -> Hífen ]

Circum-murado [ Circum + M -> Hífen ]

Circum-navegação [ Circum + N -> Hífen ]

Claraboia

Coabitar

Coautor

Cidelinquente

Codiretor

Coedição

Coeducação

Coerdeiro

Coexistir

Cofundador

Colmeia

Cologaritmo

Comista [ De Comte ]

Contêiner

Contra-almirante

Contra-argumento

Contradomínio

Contraespionagem

Contraexemplo

Contra-harmônico

Contraindicação

Contraofensiva

Contraoferta

Contraordem

Contrarreforma

Contrarregra

Contrarrevolução

Contrassenha

Contrassenso

Coo [ Forma verbal ]

Coobrigação

Coocupante

Coordenador

Copiloto

Coprodução

Cor-de-rosa

Coreano

Coreia

Coreico

Corioide / Coroide

Coroo [ Forma verbal ]

Correlação [ Co + R -> Sem Hífen e dobra o R ]

Correligioso

Corréu

Corticoide

Cossecante [ Co + S -> Sem Hífen e dobra o S ]

Cosseno

Cossenoide

Cotangente

Creem [ Forma Verbal ]

Cuiuba

– D –

Darwinismo [ De Darwin ]

Deem [ Forma verbal ]

Deságuo / Desaguo ( ú ) [ Formas verbais ]

Descreem [ Forma Verbal ]

Destoo [ Forma Verbal ]

Destróier

Desumano

Diarreia

Dicroico

Di-hibridismo

Di-hidrazina

Dismenorreia

Dispneia

Doo [ Forma verbal ]

Dulcineia

– E –

Eletro-hidráulico / eletroidráulico

Eletro-óptica

Eletrossiderurgica

Enjoo [ Substantivo / Forma verbal ]

Entre-eixo

Enxáguo / Enxaguo ( ú ) [ Formas verbais ]

Epopeia

Epopeico

Eritreia

Espermatozoide

Esquizoide

Esteroide

Estoico

Estreia [ Substantivo / Forma verbal ]

Estreie [ Forma verbal ]

Estroina

Etanoico

Euro-africano

Euro-americano

Euro-asiático

Europeia

Ex-almirante

Ex-aluno

Ex-diretor

Ex-hospedeira

Ex-marido

Ex-presidente

Ex-primeiro-ministro

Ex-rei

Extra-atmosférico

Extraescolar

Extra-humano

Extraoficial

Extrarregimento

Extrarregular

Extrasseco

Extrassensorial

Extrasssístole

Extrassolar

– F –

Farmacopeia

Farmacopeico

Faz de conta

Feuijão com arroz

Feiume

Filipeia

Flavonoide

Forma

Frankliniano [ De Franklin ]

– G –

Gaiuta

Garrettiano [ De Garrett ]

Gêiser

Geleia

Geoide

Gonorreia

Gonorreico

Grão-pará

Guaíba

Guaíra

Guarda-chuva

Guarda-noturno

Guarda-roupa

– H –

Hebreia

Hemorroida

Heroico

Hidrelétrica / Hidroelétrica

Hiper-realista

Hiper-requintado

Hiper-requisitado

Humanoide

– I –

Ideia

Indo-africano

Indo-árabe

Indo-europeu

Indo-pacífico

Infra-assinado

Infra-axiliar

Infraestrutura

Infrarrenal

Infrassom

Interespecífico

Inter-racial

Inter-regional

Interregno

Inter-relação

Inter-resistente

Intra-articular

Intra-hepático

Intraindústria

Intraocular

Intrarraquidiano

Intrassubjetivo

Intrauterino

Introito

– J –

Jardim de infância

Jardim de inverno

Jiboia

Jogo da velha

Joia

Jureia

– K –

Kantismo [ De Kant ]

Kuwait

Kuwaitiano

– L –

Lambisgoia

Leão de chácara

Leem [ Forma verbal ]

Leiloo [ Forma verbal ]

Leva e traz

Lindoia

Língua de sogra

Lua de mel

Luso-brasileiro

Luso-espanhol

– M –

Mãe de santo

Magoo [ Forma verbal ]

Mais-que-perfeita

Malfeito

Manacá-açu

Mandachuva

Mantêm [ Forma verbal ]

Mão de ferro

Mão de obra

Maria vai com as outras

Mastoide

Mastóideo

Mato-grossense

Maxi-indexação

Medeia

Megalivraria

Megassena

Megassoma

Mesoatlântico

Mesoceeânico

Mesopacífico

Mesozoico

Metanoia

Microeletrônica

Micro-ondas

Micro-ônibus

Micro-organismo / microrganismo

Microrradiografia [ Micro + R -> Sem Hífen e dobra o R ]

Microrregião

Microssistema [ Micro + S -> Sem Hífen e dobra o S ]

Miniconto

Minidesvalorização

Minidicionário

Minienciclopédia

Miniexposição

Miniquadra

Minirrádio

Minirretrospectiva

Minissérie

Minissubmarino

Minitorneio

Mongoloide

Moo [ Forma verbal ]

Moreia

Morfeia

Movimento dos Sem-Teto do Centro [ MSTC ]

Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Teto [ MST ]

Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto [ MTST ]

Muiuna

Multicultural

Multimilionário

– N –

Nazifascismo

Neoeslavismo

Neoestoicismo

Neoexpressionismo

Neo-helênico

Neoimperialismo

Neorrealismo

Neozoico

Ninfeia

Ninfoide

Norte-americano

Nucleico

– O –

Odisseia

Olho de sogra

Onomatopeia

Onomatopeico

Ovoide

– P –

Pai de santo

Pai dos burros

Paleozoico

Panaceia

Pan-africano [ Pan + vogal -> Hífen ]

Pan-americano

Pangeia

Pan-helênico [ Pan + H -> Hífen ]

Pan-mágico [ Pan + M -> Hífen ]

Pan-negritude [ Pan + N -> Hífen ]

Panrusso

Para [ Preposição / Forma verbal ]

Para-brisa

Para-choque

Para-lama

Paraná-mirim

Paranoia

Paranoico

Paranoide

Paraquedas

Paraquedista

Para-raios

Para-sol

Para-vento

Passa-Quatro

Patuleia

Pau a pique

Pau de arara

Pauliceia

Pé-de-meia

Pé de moleque

Pé de pato

Pela [ Substantivo / Forma verbal ]

Pelo [ Substantivo / Preposição / Forma verbal ]

Pera [ Substantivo / Preposição arcaica ]

Perdoo [ Forma verbal ]

Perestroica

Pigmeia

Pinoia

Piorreia

Piramboia

Plateia

Plurianual

Plutoide

Pode [ 3º pessoa do singular, presente do indicativo ]

Pôde [ 3º pessoa do singular, preterito perfeito do indicativo ]

Pó de arroz

Poli-insaturado

Poliploide

Polo [ Substantivo / Preposição ]

Pompeia

Pôr [ Forma verbal ]

Por [ Preposição ]

Povoo [ Forma verbal ]

Predeterminar

Preeminência

Preencher

Pré-escola

Preestabelecer

Pré-estreia

Preexistir

Preveem [ Forma verbal ]

Prosopopeia

Proteico

Pseudoárbitro

Pseudo-heroico

Pseudossufixo

– Q –

Quadro de giz

Quadro-negro

Quebra-molas

Quebra-nozes

Queloide

Quelonióideo

Quinquênio

– R –

Rabo de saia

Redeem [ Forma verbal ]

Reescrever / Rescrever

Reestreia

Reidratar

Reiuna

Releem [ Forma verbal ]

Restabelecer

Reumatoide

Reveem [ Forma verbal ]

Rio-Niterói

Roo [ Forma verbal ]

Rosa dos ventos

Rubineia

– S –

Sacaroide

Santa Rita do Passo-Quatro

Sauipe

Seborreia

Semiaberto

Semiacabado

Semianalfabeto

Semiângulo

Semiárido

Semiautomático

Semidesnatado

Semieixo

Semielíptico

Semiembriagado

Semiesfera

Semiespaço

Semiespecializado

Semi-hospitalar

Semi-humano

Semi-integral

Semi-interno

Semiobscuridade

Semioficial

Semirreal

Semirreta

Semissintético

Semissoma

Semiúmido

Sem-número

Sem-terra

Sem-teto

Sem-vergonha

Sequoia

Shakesperiano [ De Shakespeare ]

Sino-brasileiro

Sino-hindu

Sobrevoo [ Substantivo / Forma verbal ]

Sócio-gerente

Soo [ Forma verbal ]

Sota-vento

Soto-mestre

Suaíli

Sub-hepático

Sub-humano

Sub-região

Sul-africano

Superabundância

Superagudo

Superaquecimento

Superárbrito

Superávit

Super-homem

Super-racional

Super-realista

Super-resistente

Super-revista

Supersaboroso

Supra-auricular

Supra-axilar

Supraexpinal

Supra-hepático

Supra-hióideo

Supraocular

Suprarrenal

Suprassensível

Suprassumo

– T –

Tabloide

Taiuva

Taylorista [ De Taylor ]

Tele-entrega

Telefone sem fio

Telemensagem

Têm [ Forma verbal ]

Teodiceia

Testa de ferro

Teteia

Tifoide

Tipoia

Tireoide / Tiroide

Tireóidea

Tomara que caia

Traço de união

Tramoia

Trapezoide

Traqueia

Traqueoide

Traquitoide

Trás-os-montes

Tresleem [ Forma verbal ]

Tri-hídrico

Trinca-fortes

Trioico

Trocoide

Troia

Tuiuca

– U –

Ultra-apressado

Ultraelevado

Ultra-hidratante

Ultra-hipérbole

Ultrarradical

Ultrarrápido

Ultrarrealismo

Ultrarromântico

Ultrassecreto

Ultrassofisticado

Ultrassom

Ultrassônico

Ultrassonografia

Unha de fome

Urbanoide

Ureia

– V –

Veem [ Forma verbal ]

Veiudo

Vêm [ Forma verbal ]

Verborreia

Verborreico

Vice-presidente

Vice-reitor

Vizo-rei

Voo [ Substantivo / Forma verbal ]

– W –

Wagneriano [ De Wagner ]

– X –

Xiquexique [ Botânica ]

Xique-xique

Xiquexiquense

– Y –

Yin-Yang

– Z –

Zoo [ Substantivo / Forma verbal ]

  • Acentuação

– Acento Agudo – O acento agudo desaparece das palavras da língua portuguesa em três casos

  • Nos ditongos [ Encontro de duas vogais proferidas em uma só silaba ] abertos ei e oi das palavras paroxítonas [ Aquelas cuja sílaba pronunciada com mais intensidade é a penúltima ] .

Ex.: Assembléia -> Assembleia ; Heróico -> Heroico ; Idéia -> Ideia ; Jibóia -> Jiboia

– No entanto, as oxítonas [ Palavras com acento na última sílaba ] e os monossílabos tônicos terminados em éi, éu e ói continuam com o acento [ No singular e / ou no plural ] .

Ex.: Herói ( s ) , Ilhéu ( s ) , Chapéu ( s ) , Anéis , Dói , Céu

  • Nas palavras paroxítonas com i e u tônicos que formam hiato [ Sequência de duas vogais que pertencem a sílabas diferentes ] com a vogal anterior quando esta faz parte de um ditongo.

Ex.: Baiúca -> Baiuca ; Boiúna -> Boiuna ; Feiúra -> Feiura

– No entanto, as letras i e u continuam a ser acentuadas se formarem hiato mas estiverem sozinhas na sílaba ou seguidas de s.

Ex.: Baú , Baús , Saída

– No caso das palavras oxítonas, nas mesmas condições descritas no item anterior, o acento permanece.

Ex.: Tuiuiú , Piauí

  • Nas formas verbais que têm o acento tônico na raiz, com o u tônico precedido das letras g ou q e seguido e ou i . Esses casos são frequêntes na língua portuguesa, apenas nas formas verbais de argüir e redargüir .

Ex.: Argüis -> Arguis ; Argúem -> Arguem ; Redargúis -> Redarguis ; Redargúem -> Redarguem

– Acento Diferencial – O acento diferencial é utilizado para permitir a identificação mais fácil de palavras homófonas, ou seja, que têm a mesma pronûncia. Atualmente, usamos o acento diferencial – agudo ou circunflexo – em vocábulos como pára [ Forma verba] , a fim de não confundir com para [ A preposição ] . Com a entrada do vigor em acordo, o acordo diferencial não será mais usado nesse caso e também nos que estão a seguir:

Péla [ Do verbo pelar ] e Pela [ A união da preposição com o artigo ]

Pólo [ O substantivo ] e Polo [ A união antiga e popular de por e lo ]

Pélo [ Do verbo pelar ] e Pelo [ O substantivo ]

Pêra [ O substantivo ] e Pera [ A preposição arcaica que significa para ]

– No entanto, duas palavras obrigatoriamente continuarão recebendo o acento diferencial:

Pôr [ Verbo ] mantém o circunflexo para que não seja confundido com a preposição Por.

Pôde [ O verbo conjugado no passado ] também mantém o circunflexo para que não haja confusção com Pode [ O mesmo verbo conjugado no presente ] .

Obs.: Já em fôrma / forma o acento é facultativo.

– Acento Circunflexo – Com o acordo ortográfico, o acento circunflexo não será mais usado nas palavras terminadas em oo.

Ex.: Enjôo -> Enjoo ; Vôo -> Voo ; Abençôo -> Abençoo ; Corôo -> Coroo ; Magôo -> Magoo ; Perdôo -> Perdoo

– Da mesma forma, deixa de ser usado o circunflexo na conjugação da terceira pessoa do plural do presente do indicativo ou do subjuntivo dos verbos crer, dar, ler, ver e seus derivados.

Ex.: Crêem -> Creem ; Dêem -> Deem ; Lêem -> Leem ; Vêem -> Veem ; Descrêem -> Descreem ; Relêem -> Releem ; Revêem -> Reveem

– No entanto, nada muda na acentuação dos verbos ter, vir e seus derivados. Eles continuam com o acento circunflexo no plural [eles têm, eles vêm ] e, no caso dos derivados, com o acento agudo nas formas que possuem mais de uma sílaba no singular [ ele detém, ele intervém ] .

  • Trema

– O trema, sinal gráfico de dois pontos usado em cima do u para indicar que essa letra, nos grupos que, qui, gue e gui, é pronunciada, será abolido. É simples assim, ele deixa de existir na língua portuguesa. Vale lembrar, porém, que a pronuncia continua a mesma.

Ex.: Agüentar -> Aguentar ; Eloqüente -> Eloquente ; Freqüente -> Frequente ; Lingüiça -> Linguiça ; Sagüi -> Sagui ; Seqüestro -> Sequestro ; Tranqüilo -> Tranquilo ; Anhangüera -> Anhanguera

– No entanto,o trema vai ser mantido em nomes próprios de origem estrangeira, bem como os seus derivados.

Ex.: Bündchem, Müller, Mülleriano.

  • Hífen

– O hífen deixa de ser empregado nas seguintes situações:

  • Quando o prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa com as consoantes s ou r . Nesse caso, a consoante obrigatoriamente passa a serduplicada.
  • Quando o prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa com uma vogal diferente.

Ex.: Anti-religioso -> Antirreligioso ; Anti-semita -> Antissemita ; Auto-aprendizagem -> Autoaprendizagem ; Auto-estrada -> Autoestrada ; Contra-regra -> Contrarregra ; Contra-senha -> Contrassenha ; Extra-escolar -> Extraescolar ; Extra-regulamentação -> Extrarregulamentação

– No entanto, o hífen permanece quando o prefixo termina com r [ Hiper, Inter e Super ] e a primeira letra do segundo também é r .

Ex.: Hiper-requintado , Super-resistente

  • Alfabeto

– O alfabeto passa a ter 26 letras. Além das atuais, serão oficialmente incorporadas as letras k, w, e y . No entanto, seu emprego fica restrito a apenas alguns casos.

  • Em nomes próprios e seus derivados.

Ex.: Franklin, Frankliniano, Darwin, Darwiniano, Taylor, Taylorista

  • Em nomes próprios de lugares originários de outras línguas e seus derivados.

Ex.: Kuwait, Kuwaitiano, Washington, Yokohama, Kiev

  • Em símbolos, abreviaturas, siglas e palavras adotadas como unidades de medida internacionais.

Ex.: Km [ Quilômetro ] , KLM [ Companhia aérea ] , K [ Potássio ]

  • Em palavras estrangeiras incorporadas à língua.

Ex.: Sexy , Show , Download , Megabyte .

Os Componentes Químicos da Célula – Todas as células são compostas de substâncias químicas. Esses componentes químicos das células podem ser divididos em dois grupos:

  • Inorgânicos – Água e Sais Minerais
  • Orgânicos – Carboidratos, Lipídios, Proteínas, Vitaminas e Ácidos Nucleicos.

As substâncias orgânicas possuem, obrigatoriamente, o elemento carbono em suas moléculas, ao contrário do que se verifica entre as substâncias inorgânicas. Mas há substâncias, como o monóxido de carbono ( CO ) , o dióxido de carbono ( CO2 ) e o ácido cianídrico ( HCN ) , que, apesar de posuírem carbono em suas moléculas, apresentam propriedades típicas de compostos inorgânicos. Por isso, alguns bioquímicos consideram tais substâncias como compostos de transição entre os componentes inorgânicos e os orgânicos.

Os Componentes Inorgânicos da Célula

  • Água – A água, que é o componente químico mais abundante da matéria viva, atua como solvente universal, funcionando como dispersante de inúmeros compostos orgânicos e inorgânicos. Essa característica da água é de fundamental importância para os seres vivos, uma vez que as reações químicas da natureza biológica se desenvolvem em soluções. A água é, ainda, um importante veículo de transporte de substâncias, permitindo o contínuo intercâmbio de íons e de moléculas entre os líquidos extra e intracelular. Nos seres vivos, a evaporação da água, através de suas superfícies, contribui para a manutenção da temperatura corpórea em níveis compatíveis com a vida. Nas articulações ósseas, a água exerce um papel lubrificante, contribuindo para diminuir o atrito nessas regiões. Além disso, nas reações de hidrólise, como ocorre no processo digestório, a água tem participação indispensável na transformação das grandes moléculas orgânicas em outras moléculas menores. Na fotossíntese, a água é uma das substâncias utilizadas na síntese de substâncias orgânicas. Assim, resumidamente, podemos enumerar as seguintes funções desempenhadas pela água nos seres vivos em geral, solvente de líquidos corpóreos, meio de transporte de íons e de moléculas, regulação térmica, ação lubrificante, atuação nas reações de hidrólise, ” matéria prima ” para a realização da fotossíntese.
  • Sais Minerais: Fundamentais para a matéria viva, os sais minerais são encontrados nos organismos sob duas formas básicas: Insolúvel e Solúvel. Acham-se sob a forma insolúvel os sais minerais imobilizados como componentes da estrutura esquelética. Nos vertebrados, os fosfatos de cálcio são encontrados nos ossos, onde contribuem com a rigidez característica desses orgãos. Nos corais, o esqueleto externo ( exoesqueleto ) é organizado principalmente por carbonatos de cálcio ( calcário ) , cuja resistência é bem evidente nos recifes. Nas algas diatomáceas, a carapaça envolvente apresenta grande rigidez por ser altamente impregnada de sais de silício. Nos ovos de aves, é marcante a presença de sais de cálcio insolúveis.

Sob a forma solúvel, encontram-se os sais minerais dissolvidos na água em forma de íons. É nesse aspecto que os sais minerais desempenham um importante papel biológico nos seres vivos, agindo como ativadores de enzimas, como componentes estruturais de moléculas orgânicas diversas e participando da manutenção do equilíbrio osmótico, entre outras funções. A seguir, alguns dos sais minerais necessários ao corpo humano, ressaltando o seu papel biológico.

~ Sais de Cálcio ( Ca++ ) ~Participam da constituição dos ossos e dos dentes. Os fosfatos de cálcio constituem um dos principais componentes químicos do tecido ósseo, contribuindo para a rigidez característica dos ossos e para o fortalecimento dos dentes. O Ca++ atua também nos mecanismos de coagulação do sangue e de contração dos músculos.

Sais de Ferro ( Fe++ ) ~ Esses sais participam da constituição da hemoglobina, pigmento respiratório presente nas hemácias ou glóbulos vermelhos do sangue. Combinando-se com o gás oxigênio, fundamental para a respiração celular aeróbica, a hemoglobina permite o transporte e a distribuição desse gás para todas as células vivas do organismo. Os sais de ferro participam também da constituição dos citocromos, substâncias importantes para a ocorrência da fotossíntese e da respiração celular.

~ Sais de Fósforo ( PO4 – – – ) ~ Participam da constituição do esqueleto e de moléculas como os ácidos nucléicos e o ATP ( trifosfato de adenosina ) , que é a molécula fornecedora de energia para a atividade celular.

~ Sais de Iodo ( I – ) ~ São necessários para a constituição dos hormônios da glândula tireóidea ( tireóide ) , situada nos primeiros anéis da traquéia, na região da garganta. Esses hormônios aceleram o metabolismo e têm papel fundamental no crescimento e desenvolvimento do organismo.

~ Sais de Potássio ( K+ ) , Sódio ( Na+ ) e Cloro ( Cl- ) ~ Participam da regulação osmótica nas células. Os íons K+ e Na+ atuam no mecanismo de condução dos impulsos nervosos nos neurônios.

Nas plantas em geral a nutrição inorgânica inclui uma eficaz absorção dos sais minerais diversos encontrados no ambiente em que vivem, através de suas raízes.

To Be Continued… #D ~

Matéria e Energia – Em qualquer organismo, a matéria viva está sujeita a um constante processo de desgaste natural. Assim, para que os componentes químicos dos seres vivos desempenhem adequadamente seus papéis biológicos – mantendo o que se chama de equilíbrio bioquímico – , é preciso compensar o desgaste natural do organismo, por meio do contínuo suprimento de íons e de moléculas diversas contidas nos alimentos.

Fornecer matéria prima tanto para a construção quanto para o crescimento e a manutenção dos seres vivos é uma das funçõe básicas do alimentos. Os íons e as moléculas contidas neles representam o ponto de partida para a confecção da matéria viva, que permite a construção e o crescimento do organismo, bem como a renovação das porções desgastadas. Essa renovação é feita, por exemplo, mediante a produção de novas células que serão repostas no lugar daquela que morreram.

Os seres vivos, além de obter a matéria prima dos alimentos, extraem a energia química acumulada em suas moléculas orgânicas. Essa energia é então processada e empregada no desempenho das diversas atividades biológicas que cosntituem o trabalho celular. Por isso se diz que os alimentos atuam como ” combustíveis ” , já que, devidamente oxidados ou ” queimados ” , fornecem às celulas a energia necessária para que as diversas funções vitais sejam executadas.

O Que é Metabolismo? – É o conjunto dos mecanismos químicos que permitem à celula transformar e utilizar as substâncias adquiridas e sintetizadas. Este termo também pode indicar o conjunto das atividades bioquímicas que se processam no organismo.

O metabolismo pode ser dividido em duas partes: anabolismo e catabolismo. O anabolismo compreende a fase ” construtiva ” do metabolismo, na qual ocorre a produção de substâncias que constituem a matéria viva do organismo. Já o catabolismo representa a fase ” destrutiva ” do metabolismo, na qual ocorre a degradação dos compostos orgânicos, com a consequente liberação da energia utilizada no desempenho das diversas atividades vitais.

Como Se Obtém a Energia Contida Nos Alimentos – A extração da energia contida nas moléculas orgânica dos alimentos é feita por um processo denominado respiração celular. Para realizá-lo, ass células podem ou não utilizar o gás oxigênio ( O2 ) . Se esse gás for utilizado, a respiração é chamada aeróbica, em caso contrário, fala-se em respiração anaeróbica.

  • Respiração Aeróbica – Nesse tipo de respiração, moléculas de glicose, por exemplo, são oxidadas com a participação de gás oxigênio e liberam energia, que será utilizada no trabalho celular. Formam-se resíduos de baixo conteúdo energético, representados pelo gás carbônico ( CO2 ) e pela água ( H2O ) , conforme mostra a seguinte equação simplificada:

C6H12O6 + 6 O2 -> 6 CO2 + 6 H2O + Energia

Glicose + Oxigênio -> Gás Carbônico + Água + Energia

  • Respiração Anaeróbica – A respiração anaeróbica pode ser processada de várias maneiras, mas sempre sem a participação do gás oxigênio. Entre as diversas modalidades de mecanismos anaeróbicos de obtenção da energia contida nos alimentos, destacamos a fermentação alcoolica, realizada, por exemplo, por fungos do gênero Saccharomyces, também conhecidos como leveduras ou levêdos. Esses fungos são seres anaeróbicos facultativos: em presença de gás oxigênio, realizam respiração aeróbica; Na ausência desse gás fazem fermentação alcoolica. Neste caso, a oxidação da glicose produz resíduos representados pelo gás carbônico e pelo álcool etílico ( C2H5OH ) , além de liberar energia, conforme mostra a seguinte equação simplificada:

C6H12O6 ->  + 2 C2H5OH + 2 CO2 + Energia

Glicose -> Alcool Etílico + Gás Carbônico + Energia

~ [ Os organismos anaeróbicos podem ser ~ Facultativos – Vivem tanto na presença quanto na ausência de gás oxigênio, como é o caso dos fungos do gênero Saccharomyces ; Estritos – Não sobrevivem na presença de gás oxigênio, como é o caso da bactéria Clostridium Tetani,causadora do tétano. ] ~

  • Rendimento Energético Na Respiração Celular – Observe que, na respiração aeróbica, formam-se resíduos de moléculas dotadas de baixo conteúdo energetico ( CO2 e H2O ) , enquanto na fermentação alcoolica formam-se resíduos de moléculas com alto conteúdo energético, que é o caso do alcool etílico ( C2H5OH ). Pode-se concluir, então, que na respiração aeróbica a glicose é oxidada de maneira mais eficaz e, portanto, libera maior quantidade de energia se comparada à engergia liberada pela fermentação alcoolica. De fato, a maior parte da energia acumulada na glicose fica contida no alcool etilíco. por isso, ela é considerada um excelente combustível. Assim, a respiração aeróbica constitui um mecanismo mais sofisticado de extração da energia dos alimentos, pois exibe um rendimento energético muito superior se comparando ao da fermentação.

Os Seres Vivos Segundo a Forma de Obter Alimentos

  • Autótrofos – Os seres Autótrofos, também chamados de produtores, são os organismos capazes de sintetizar alimentos a partir de energia e de substâncias inorgânicas simples. Os mais comuns se uilizam de energia luminosa e são chamados de fotossintetizantes ; é o caso dos seres dotados de clorofila, um pigmento verde capaz de absorver a energia luminosa. Entre os organismos clorofilados incluem-se certas bactérias e as plantas em geral. Na fotossíntese, os seres clorofilados usam gás carbônico, água e energia luminosa e produzem substâncias orgânicas e gás oxigênio. Veja a equação simplificada da fotossíntese:

Luz

6 CO2 + 6 HO2 ———–> C6H12O6 + 6 O2

Clorofila

Gás Carbônico + Água ———–> Glicose + Gás Oxigênio

  • Heterótrofos – Os seres Heterótrofos, também chamados de consumidores, são os organismos capazes de sintetizar o alimento necessário à própria sobrevivência. Vivem, portanto, da energia acumulada nos compostos orgânicos obtidos diretamente dos seres autótrofos ou de outros consumidores. Como é o caso dos animais e da maioria das bactérias.

A Transferência de Energia e de Matéria No Mundo Vivo – Quando um ser produtor serve de alimento para um consumidor, ele transfere matéria e energia para esse consumidor. Dá-se o nome de consumidor primário ou de primeira ordem àquele que se nutre de um produtor. O alimento adquirido pelo consumidor primário, como sucede com o alimento sintetizado pelo organismo e usado na construção, manutenção e renovação de matéria viva. Quando o consumidor primário serve de alimentação para um outro consumidor, neste caso chamado de consumidor secundário ou de segunda ordem, ocorre igualmente trasferência de matéria e de energia, através dos alimentos ingeridos. Tal fato também se verifica quando um consumidor secundário serve de alimento para outro consumidor, chamado de consumidor terciário ou de terceira ordem, e assim por diante.

O Conceito de Cadeia Alimentar – A tranferência de matéria e energia desde a fonte representada pelos produtores, através de uma série de organismos que consomem e são consumidos, é denominada cadeia alimentar ou cadeia trófica. Exemplo:

Capim ~ Gafanhoto ~ Sapo ~ Cobra

Cada componente da cadeia alimentar, representando um grupo de seres vivos, é denominado nível trófico. Assim, na cadeia alimentar acima existem quatro níveis tróficos:

  • As Gramíneas ( Capim ) – Os seres produtores – Ocupando o primeiro nível trófico.
  • Os Gafanhotos – Os consumidores primários – No segundo nível trófico.
  • Os Sapos – Os consumidores secundários – No terceiro nível trófico.
  • As Cobras – Os consumidores terciários – No quarto nível trófico.

O Papel Biológico dos Decompositores – Imagine que a cadéia alimentar Gramíneas ~ Gafanhotos ~ Sapos ~ Cobras exista em um campo em situação de equilíbrio biológico. Agora pense, por exemplo, nos sais minerais de nitrogênio existentes no solo e que são fundamentais para a vida das plantas. As gramíneas absorvem constantemente sais de nitrogênio do solo, utilizando-os na síntese de substâncias orgânicas diversas, como proteínas e clorofilas. Verifica-se então um fluxo do elemento químico nitrogênio no sentido solo ~ planta ~ consumidores. De alguma forma, é evidente que os sais de nitrogênio cedidos pelo solo para o mundo vivo precisam retornar a esse ambiente. Do contrário, o solo iria esgotando-se e depois de algum tempo não haveria mais sais nitrogenados disponíveis para as plantas. Em consequência da falta desses sais, as plantas definhariam e desapareceriam desse campo. Junto com elas, também morreriam gafanhotos, sapos e cobras, que dependem diretamente ou indiretamente das plantas para a sua nutrição. O equilíbrio biológico nesse ecossistema seria então rompido. Mas, na natureza, nos mais diversos ecossistemas da terra, tal fato normalmente não acontece. Isso porque, em todos os níveis tróficos de uma cadeia alimentar, verifica-se a atuação de um grupo dos seres heterótrofos: Os Seres Decompositores. Representados por um batalhão de bactérias e de fungos, os decompositores nutrem-se de uma matéria orgânica morta, isto é, nutrem-se de organismos mortos ou de partes ou de resíduos dos serev vivos liberados no ambiente, como pele ou folhas caídas, fezes, etc.

Ao decompor a matéria orgânica morta, os seres decompositores promovem a sua transformação em substâncias inorgânicas simples, como sais minerais, e gases diversos, como o gás carbônico. Dessa maneira, no exemplo considerado, sais de nitrogênio retornam ao solo, compensando o que as gramíneas retiraram anteriormente, e podem ser reutilizados pelo mundo vivo. Por isso se diz que os decompositores promovem a reciclagem da matéria na natureza e, por isso também, são fundamentais para a manutenção da vida nos mais diversos ecossistemas da terra.

Teias Alimentares – Na natureza não se costuma identificar a existência de apenas uma cadeia alimentar em um ecossistema. Os ambientes naturais abrigam inúmeras cadeias alimentares, muitas das quais interagem, formando uma teia ou rede alimentar. Exemplo: Em um campo, gramíneas poden servir de alimento tanto para gafanhotos quanto para preás, ratos e outros animais. Gafanhotos servem de alimento não só para sapos, mas também para passarinhos e lobos-guará. Cobras podem comer sapos, pássaros, preás e ratos e servir de alimentos para gaviões, que também se nutrem dos animais que as cobras comem. Nessa resumida descrição de uma teia alimentar, podemos destacar várias cadeias alimentares que interagem, tais como:

  • Gramíneas ~ Gafanhoto ~ Sapo ~ Cobra ~ Lobo-guará
  • Gramíneas ~ Preá ~ Cobra ~ Gavião
  • Gramíneas ~ Gafanhoto ~ Passarinho ~ Gavião
  • Gramíneas ~ Rato ~ Cobra ~ Lobo-guará

Biosfera – A Biosfera ( do grego Bios, vida ; Sphoêra, esfera ) é uma película finissima – comparado ao diametro da terra que é de 13 000 Km – em que a vida se desenvolve. De forma simples, podemos entender a biosfera como a porção da terra biologicamente habitada.

Biodiversidade – A Biodiversidade é um termo usado para descrever o variado contingente de espécies de seres vivos que existem na terra. O Brasil, por exemplo, é um dos países mais bem dotados do mundo em regiões biodiversas, isto é, regiões que oferecem condições ambientais para o desenvolvimento de um grande número de espécies de seres vivos. Como é o caso da Floresta Amazônica que, assim como as demais florestas tropicais, contém uma elevada diversidade de espécies.

Níveis de Organização dos Seres Vivos

Célula, Tecido, Orgão, Sistema e Organismo – As células são as unidades morfológicas e fisiológicas dos seres vivos. Existem organismos, como as bactérias e os protozoários, que são formados por uma única célula. São, por isso,  chamados de seres unicelulares. Outras, como uma árvore ou um ser humano, apresentam uma infinidade de células e são chamados de seres pluricelulares.

Em um organismo pluricelular,  complexo e bastante organizado como o ser humano, é relativamente fácil perceber diferentes agrupamentos celulares, cada qual desempenha uma função diferente no organismo. Cada um desses agrupamentos constitui um tecido. O tecido epitelial de revestimento, por exemplo, recobre as superficies do organismo, como ocorre na pele ou no estômago, cuja cavidade interna ele reveste.

Por sua vez, vários tecidos agrupados em interação formam um orgão. Assim, um orgão pode ser entendido como uma estrutura que desenpenha uma determinada função no organismo e que resulta do agrupamento de tecidos diferentes que interagem entre si. O estômago, por exemplo, além do eptélio de revestimento, é um orgão constituido de outros tipos de tecido, como o tecido muscular, cuja capacidade contrátil determina o fluxo de alimentos ingeridos para o intestino.

Vários orgãos podem interagir e desempenhar uma determinada função no organismo. Essa interação entre os orgãos formam um sistema. Na espécie humana, o sistema digestório, por exemplo, é basicamente formado pelos seguintes orgãos: Boca, faringe, esôfago, estômago, intestino delgado e intestino grosso, além das glândulas anexas, como as salivares, o fígado e o pâncreas. Todos esses orgãos estão associados ao mecanismo de aproveitamento dos alimentos ingeridos. O conjunto de todos os sistemas ( digestório, cardiovascular, urinário, respiratório, etc. ) constitui o organismo.

População, Comunidade, Ecossistema e Biosfera – As onças que vivem na Mata Atlântica, por exemplo, constituem um nível de organização chamado população. Assim, uma população é formada pelo conjunto de organismos da mesma espécie, que vivem em uma determinada região, na mesma unidade de tempo. Mas, em uma floresta como a Mata Atlântica, vivem também inúmeras espécies de seres vivos. Considerando o conjunto de todas as populações que vivem em uma determinada região, temos uma comunidade biológica ou uma biocenose.

Nas  florestas tropicais, como em outras comunidades biológicas, é evidente a presença de um elevado número de populações. Mas, tanto na floresta quanto em qualquer outro ambiente em que exista vida, as comunidades dependem de fatores abióticos ou não vivos e interagem com eles. Esses fatores compreendem os componentes físicos e químicos do ambiente, como a temperatura, a umidade do ar e do solo, o gru de luminosidade e a disponibilidade de gás oxigênio, entre outras. Quando se consideram as interações estabelecidas pelos componentes do mundo vivo – entre si e com os diversos fatores abióticos – , tem-se um nível de organização denominado ecossistema.

O conceito de ecossistema pode abranger uma grande floresta, uma simples poça de água ou até um tronco de árvore caído, desde que abriguem diferentes espécies de seres vivos interagindo entre si e com componetes abióticos do ambiente.

Florestas, campos, desertos e lagos são exemplos ecossistema dependente, uma vez que a maior parte da energia biológica representandos pelos alimentos que garantem a manutenção de vida nesse ambiente, normalmente provém de outras áreas ( zonas rurais ). Nosso planeta possui diversos ecossistemas: florestas, campos, rios, lagos, mares, etc. O conjunto de todos os ecosstistemas da terra é chamado biosfera.

Resumindo, em ordem crescente de complexidade, podemos considerar os seguintes níveis de organização dos seres vivos: Célula, tecido, orgão, sistema, organismo, população, comunidade, ecossistema e biosfera.

O que é Equilíbrio Ecológico? – Equilíbrio Ecológico é a situação de estabilidade de seres vivos entre si e como ambientes que estão instalados.

A interferência direta ou indireta em quaisquer desses níveis pode acarretar consequências desastrosas ao equilíbrio ecológico existente entre os seres vivos e o meio ambiente. O exterminio de cobras de uma determinada região, por exemplo, pode favorecer o desemvolvimento de uma superpopulação de ratos e outros roedores, que normalmante servem de alimentos para às cobras. A superpopulação de roedores, por sua vez, pode determinar uma drastica redução na população de gramíneas e de outros vegetais da região. Esse fato, além de atingir as populações de herbívoros que se nutrem dessas plantas, podem deixar o solo desprotegido, o qual, sem a cobertura de vegetais, fica sujeito à erosão pela ação do vento e da água das chuvas. Com isso, o solo tende a ficar estéril, o que dificulta – ou mesmo impossibilita – a recuperação vegetal na área. As consequências de tal processo são desastrosas, especialmente para as populações animais, que, em última análise, têm nas plantas a sua fonte nutritiva.